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Educação e Economia comportamental

Educação e Economia comportamental 940 788 Estagio ESEV

No presente artigo, pode-se fazer uma alienação das duas áreas inseridas no título, a educação e a economia comportamental. E porquê?

A Economia comportamental é uma linha de investigação científica que interfere com duas “ciências morais”, a psicologia e a economia. Isto é, muitos economistas nos últimos dois séculos estudavam com alguma proximidade as duas áreas  e a aproximação das mesmas ou o seu afastamento eram feitos, de forma a  medir a utilidade, ou a procura da recompensa num processo de compra.

Esta lógica de pensamento é fundamentada pelo pensamento da teria racional económica, ou seja, baseada na figura máxima do homo economicus, que dizia que o comportamento e as decisões de cariz económico refletiam a racionalidade do ser humano, onde a maximização dos ganhos e a minimização dos riscos/perdas são as características dominantes. Citando Adam Smith, pai da economia moderna, e considerado o mais importante teórico do liberalismo económico tal aversão à perda é pronunciada na seguinte frase: “we suffer more… when we fall from a better to a worse situation, than we ever enjoy when we rise from a worse to a better” (1759/1892, p. 311).

“A aversão perda é outra componente com interesse para o estudo do substrato neurocientífico das decisões e contexto económico. Um estudo conduzido por De Martino et al., (2010) revelou que sujeitos com a amígdala danificada deixavam de ter aversão à perda, isto apesar de continuarem a ter níveis normais de aversão ao risco geral, sugerindo que esse tipo de comportamento era apenas específico quando se tratava de perdas potenciais.”

Contudo, a par de outras ciências, a educação e a economia foram crescendo, atualizando-se e no seu longo percurso, a educação e a economia, foram tomando caminhos diferentes.

Os conhecimentos e teorias foram-se renovando e a teoria que assentava no contexto socioeconómico, o homo economicus, passou a estar desactualizada, a qual, segundo investigadores e económicos, não corresponde à realidade nem prevê o comportamento real das pessoas no contexto económico. Desta forma, consumando a evolução das teorias económicas e comportamentais, nasce assim, duas novas áreas, a neuroeconomia e a economia comportamental.

A neuroeconomia, segundo Baccarini & Caiani (2009) e Loewenstein et al., (2008), investiga os mecanismos cerebrais e biológicos das decisões e comportamentos económicos e financeiros, através da combinação de técnicas de neuroimagiologia/neurofisiologia e aplicando uma abordagem convergente entre a neurociência e a economia.

Quanto à economia comportamental, vários autores de estudo no âmbito desta área, afirmam que economia comportamental teve origens, nas décadas de 1950 e 1960. Esta área, quando surgiu, não tinha um nome concreto e muitas das vezes era chamada de economia psicológica. Contudo, passados alguns anos o termo “economia comportamental” passou a ser usado e a caracterizar esta área de estudo económico. A origem da expressão, segundo Angner e Loewenstein (2012, p. 642), foi usada pela primeira vez por Kenneth Boulding e Harold Johnson nos seus trabalhos de 1958. Mas, de acordo com Sent (2004, p. 740), o termo apareceu nas obras de vários escritores no início dos anos 1960.

Passando para o seu conceito, a economia comportamental abrange abordagens muito diferentes entre si e existe desacordo acerca de quais delas devem ou não ser incluídas na economia comportamental (Earl, 1988; Tomer, 2007), mas emerge na necessidade de disponibilizar fundamentos científicos para explicar as anomalias verificadas no comportamento económico, explicando as decisões e comportamentos através da integração dos fatores sociais, cognitivos e emocionais (Ariely, 2008; Kahneman, 2003; Camerer & Loewenstein, 2002).

Posto isto, ambos os termos surgiram para dotar a economia de conhecimentos e novas ferramentas capazes de impulsionar os estudos dos comportamentos económicos para outro nível e mais aproximado da realidade. Baseado em factos científicos, a economia comportamental, procura encontrar e identificar os motivos e justificações para certas decisões no processo de tomada de decisão/compra.

Tomar decisões faz parte do dia-a-dia do ser humano. De forma consciente e inconsciente tomamos decisões aos milhares ao longo de um período de 24 horas. Segundo vários autores, o decisor no processo de tomada de decisão passa por várias fases antes da dita compra. Esses passos são os seguintes: identificar o problema; seguidamente, reconhecer os fatos relevantes que realmente influenciam o problema; terceiro, verificar a dimensão do problema: estratégico, tático, operacional (dentro da esfera individual) e da organização ou da sociedade (na esfera de grupo); quarto, estudar possíveis alternativas; de seguida, analisar o impacto das possíveis alternativas; comprar o produto/serviço e, por último comunicar a mesma.

Saiba mais sobre a economia comportamental e todas as áreas de estudo da neuroeconomia e neurociência, no livro Psicosoma “Princípios de Neuromarketing: Neurociência Cognitiva Aplicada ao Consumo, Espaços e Design”.

 

Webgrafia:

 

Bibliografia

  • Livro Psicosoma “Princípios de Neuromarketing: Neurociência Cognitiva Aplicada ao Consumo, Espaços e Design”

A importância da música na Neurociência

A importância da música na Neurociência 940 788 Estagio ESEV

“Onde as palavras falham, a música fala.”
– Hans Christian Andersen

Já alguma vez pensou que, a música pode gerar mudanças no nosso comportamento ou, até ter influência na estrutura e função do cérebro?

A música, mais que qualquer outra arte, tem uma representação neuropsicológica extensa. Por não ter necessidade de codificação linguística, esta arte, tem a capacidade de ativar diretamente as áreas límbicas de cada ser humano (que controlam os nossos impulsos, emoções e motivação) e as áreas cerebrais terciárias, localizadas nas regiões frontais que, são responsáveis pelas funções práxicas de sequenciação e pela mímica que acompanha as nossas reacções corporais ao som. Assim, as alterações fisiológicas da estimulação sonora podem refletir-se nas mudanças dos padrões, no reflexo de orientação, na variabilidade das respostas fisiológicas envolvidas em processos de atenção e expectativa musicais ou na mudança de frequência, topografia e amplitude dos ritmos elétricos cerebrais.

Antes de passar a uma parte mais científica é importante referir que a música envolve todo o processo relacionado à organização e à estruturação de unidades sonoras, seja no seu aspeto temporal (ritmo), seja na sucessão de alturas (melodia) ou na organização vertical harmónica dos sons.

Cientificamente falando…
Recentemente, têm sido feitos vários estudos com recurso a vários métodos de investigação, como por exemplo: a ressonância magnética funcional (FMRI); o eletroencefalograma (EEG); eye tracking, etc.

Neste sentido e, segundo os vários estudos, vários autores observaram algumas mudanças durante o processo percetivo e cognitivo dos constituintes da música.

– Em “Tomographic mapping of human cerebral metabolism: auditory stimulation.” (1982), Mazziota et al., observaram que, em tarefas de discriminação tímbrica, havia maior ativação de áreas frontais e temporais do hemisfério não dominante.

– Em “Tonotopic organization in huma auditory cortex revealed by positron emission tomography.” (1985), Lauter et al., confirmaram a organização tonotópica do córtex auditivo com ativação anterior e lateral para sons graves e médio e posterior para sons agudos.

– Em “Neural mechanisms underlying melodic perception and memory for pitch.” (1994),  Zatorre et al., observaram que a audição melódica passiva envolvia, principalmente, regiões temporais do hemisfério direito, enquanto em provas mais ativas, que exigiam memória tonal, havia ativação de áreas frontais do hemisfério cerebral direito.

– Em “The structural components of music perception. A functional anatomical study.” (1997), Platel et al., estudaram a ativação de diferentes áreas cerebrais durante provas que envolviam alguns parâmetros psico acústicos da música, a dizer: identificação de mudanças de altura, regularidade rítmica, familiaridade melódica e identificação de mudança tímbrica. Nas provas envolvendo familiaridade, havia maior ativação do giro temporal esquerdo e do giro frontal esquerdo. O reconhecimento tímbrico ativava o giro frontal superior e o giro pós central direitos, enquanto as provas rítmicas envolviam áreas frontais inferiores e a ínsula do hemisfério esquerdo (dominante).

 

“A Study Investigating the Relaxation Effects of the Music Track Weightless by Marconi Union in consultation with Lyz Cooper”

Este estudo, realizado no laboratório da Mindlab, em Brighton, tende a verificar que certas melodias ou peças musicais realmente possuem o poder de acalmar, até os indivíduos mais stressados. A veracidade desta afirmação é confirmada por variadas observações, sejam elas: a capacidade de a música diminuir os batimentos cardíacos, de desacelerar a respiração, de diminuir os níveis do hormônio do stress ‘cortisol’ no sangue ou de estimular a da dopamina, neurotransmissor que é geralmente associado a recompensas prazerosas. Outros autores observaram que a música também pode ajudar a superar a ansiedade e a depressão.

  • Procedimentos do estudo: A população em estudo, resume-se a 20 participantes, do sexo feminino, com idades entre 18 e 61 anos e idade média de 37 anos. Todas as senhoras foram conectadas a equipamentos de bio monitoramento para monitorizar a amplitude da frequência cardíaca, a condutância da pele (EDA) e a taxa de respiração.

As participantes estavam sentadas confortavelmente numa sala livre de distrações. A música foi ouvida com recurso a headphones com isolamento de ruído.

Cada faixa de música foi tocada por 3 minutos com um período de silêncio após cada música. Entre cada faixa, foram usados distractores auditivos e visuais que foram reproduzidos/exibidos para induzir stress.

A ordem pela qual as diferentes faixas foram reproduzidas foi feita de forma aleatória. Após cada música, os participantes foram solicitados a classificar a música numa escala de -5 a +5 para relaxar, com o nível de +5 a representar o estado “mais relaxante”. Após a sessão de música, os participantes foram submetidos a uma nova distração e, em seguida, submetidos a uma massagem profissional. Depois de uma distração final, o ‘Weightless’ de Marconi Union (música relaxante, considerada das mais tranquilizantes pelo Dr. Lewis-Hodgson, fundador do Mindlab) foi reproduzido na íntegra para permitir uma comparação direta com a massagem.

As medidas foram analisadas para cada participante durante cada atividade e, em seguida, os resultados foram combinados para fornecer uma “pontuação percentual de relaxamento” geral. Uma pontuação comparativa pode então ser aplicada a cada faixa de música e massagem. Os números usados na pontuação são comparáveis entre si. No entanto, deve-se notar que eles são números arbitrários e o cálculo é projetado como um comparador ilustrativo entre as pontuações.

  • Resultados:
    1. Um estudo da Mindlab comparou diferentes tipos de atividades relaxantes após os participantes realizarem em atividades stressantes e os resultados confirmaram que a música é a prática mais relaxante;

Fonte: https://www.britishacademyofsoundtherapy.com/wp-content/uploads/2019/10/Mindlab-Report-Weightless-Radox-Spa.pdf

  1. Relativamente aos testes biométricos de frequência cardíaca, frequência respiratória e condutância da pele (EDA), os dados apresentados indicam mudanças no relaxamento mental e físico e nos níveis de stress. Essas três medidas são combinadas para criar uma pontuação geral de relaxamento. Os resultados são: a música “Weightless”, obteve a maior pontuação; abaixo, com quase 70%, aparece a massagem e, quase 10 pontos percentuais abaixo, aparece a música relaxante.

Fonte: https://www.britishacademyofsoundtherapy.com/wp-content/uploads/2019/10/Mindlab-Report-Weightless-Radox-Spa.pdf

  1. Quanto aos estudos feitos em que é usada a música “Weightless”, os resultados são claros e demonstram que esta música de autoria do Marconi Union, aumenta muito os índices de relaxamento…

Este estudo tem muito mais para lhe oferecer, com mais informações sobre os efeitos da música no ser humano e no comportamento cerebral.

Dê uma vista de olhos no link abaixo:

https://www.britishacademyofsoundtherapy.com/wp-content/uploads/2019/10/Mindlab-Report-Weightless-Radox-Spa.pdf

“Sem música, a vida seria um erro”.
-Federico Nietzsche-

 

Referências bibliográficas:

http://www.revistaneurociencias.com.br/edicoes/2000/RN%2008%2002/Pages%20from%20RN%2008%2002-7.pdf

https://www.britishacademyofsoundtherapy.com/wp-content/uploads/2019/10/Mindlab-Report-Weightless-Radox-Spa.pdf

O Neuromarketing

O Neuromarketing 940 788 Estagio ESEV

A neurociência surge, de forma muito rústica em 4 000 A.C e, só em 2002 é que foi utilizado o termo “neuromarketing” por Ale Smidts. Atualmente, este termo, conjuga a neurociência, as reacções manifestadas pelo corpo humano e as variações hormonais que nele acontecem.

Posto isto, o neuromarketing pode ser definido como o estudo e entendimento do comportamento do comportamento humano, no que diz respeito ao consumo, o que permite a mensuração das respostas dos consumidores. Na prática, isto significa que será feita uma identificação e medição do comportamento dos sujeitos, de modo a traçar o perfil e, consequentemente a definir a possibilidade de os acontecimentos ocorrerem no futuro.

Este novo método destaca-se dos tradicionais por diversos motivos, no entanto, só focaremos em três. O primeiro é a descoberta de novos pontos de vista, ou seja, ao utilizar as ferramentas típicas de suporte para este tipo de marketing (tais como o EEG, o eye tracking, entre outras) são recolhidos dados biométricos para desenhar uma campanha de marketing, um plano de comunicação e ainda a organização dos espaços. Assim, tudo será realizado consoante o ponto de vista dos consumidores e não por uma opinião pessoal.

De seguida passamos para as respostas emocionais e inconscientes que são resultado das emoções que temos ao longo do dia que impactam o consumo. Ao fazer uso do neuromarketing, é possível descobrir gatilhos que potencializam as compras. O terceiro ponto a reacção pura, isto é, ao utilizar métodos tradicionais como um inquérito, o sujeito pondera sobre a sua resposta e pode responder o que é considerado politicamente correto, portanto, ao estudar o estímulo lida-se com a reacção original e pura.

Todavia, existe aspectos que precisam de ser escolhidos com muito cuidado, um bom exemplo disso é o espaço de investigação, que deve ser composto por tecnologia de alta qualidade para a recolha de dados fidedignos. Também se deve ter em conta a metodologia cientifica, ou seja, como método cientifico é composto por etapas que são realizadas por certa ordem e, caso ocorra algum distúrbio, o resultado pode não ser o suposto.

Para finalizar, o neuromarketing pode ser aplicado no branding, no design de um produto ou serviço, em campanhas de publicidade, no desenvolvimento da entidade digital entre tantos outros.

Bridge, D (2015)  The 7 Main Benefits of Neuromarketing Disponivel em koganpage.com (Consultado dia 28 de julho de 2020)

Tendências de estudo e ferramentas para o futuro

Tendências de estudo e ferramentas para o futuro 940 788 Estagio ESEV

As tendências na área dos estudos estão cada vez mais a ser invadidas pelas novas tecnologias.

A realidade virtual e a realidade aumentada, que podem servir para recriar um ambiente (como por exemplo, recriar a história de Portugal), ou então para criar estruturas em 3D fictícias, tal como o Pokémon Go mas, por exemplo, aplicado à engenharia.

De seguida a sala invertida, onde o estudante assiste a aulas teóricas em vídeo ou faz conferência com o professor, via Skype ou Zoom. Depois, para aprofundar os conhecimentos e colocá-los em prática, são realizados exercícios na sala de aula.

É possível ainda estimular a aprendizagem e a iteração em sala de aula através de websites como o Kahoot ou Plickers, de quizzes e jogos. Por outro lado, o Semper, permite ao utilizador fazer o download de uma matéria, e cada vez que desbloqueia o próprio telemóvel terá uma questão para responder.

Atualmente existem ferramentas para tudo. Para a gestão de tempo, temos o trello que permite criar separadores para tarefas futuras, a decorrer (neste caso é possível acompanhar a percentagem de trabalho que falta) e as já realizadas. Já a Synap usa algoritmos de repetição para ajudar a saber a matéria. Para realizar um estudo mais interativo e visual, é possível realizar cartões, tabelas e questionários através da GoConqr.

Como estudar sem distrações é sempre a melhor opção, o StayFocusd (para Windows) e o Focus (para iphone) bloqueia as notificações das redes sociais. Para evitar a perda de informação por perda de post-its ou de outros papéis, o evernote permite guardar as notas. 

Como estudo e recompensa, a app Procraster permite ao utilizador organizar sessões de estudo, durante, no mínimo, 25 minutos, durante esse tempo pode aparecer frases motivacionais, ou pequenos prémios tal como, pausas ou para ver o Facebook.

Sugerimos como truques para estudar, a estimulação visual que, sendo o Ink Factory, 65% das pessoas aprende melhor dessa forma. As distrações também são algo a evitar a recapitular a matéria após uma hora da aula ajuda a compreendê-la melhor. Salientar que dormir é essencial para que a cabeça esteja focada e restaurar o corpo e mente.

Para além disso, a criação de zonas de estudos e de pausas regulares. Uma boa alimentação associada ao exercício físico ajuda o sangue do cérebro a ficar bem oxigenado. 

Ellison, J (2018) 7 ferramentas online para rentabilizar o teu estudo, RedBull

As Mudanças de comportamento do consumidor pós covid-19

As Mudanças de comportamento do consumidor pós covid-19 940 788 Estagio ESEV

Uma pandemia, duas opções. Na primeira, as empresas estagnam devido a cortes; na segunda as empresas são ágeis e adaptam-se ao novo tipo de consumidores.
Segundo Bob Liodice, Ceo da ANA (2020), o covid-19 forçou muitos profissionais de marketing a recuar e repensar no relacionamento com os consumidores. Mas afinal qual foi o impacto que esta pandemia causou no consumidor?
Em primeiro lugar, os pagamentos têm vindo a ser feitos via contactless ou cashless para evitar a transmissão do dinheiro e, possivelmente do vírus. Um exemplo disso, é que, antes de tudo isto acontecer o limite máximo era vinte euros, actualmente, é cinquenta euros. Para além disso, a compra online cresceu exponencialmente, no entanto, as promoções já não tem o impacto que teriam.
O novo cliente passa mais tempo online, e por isso, pode ser considerado o melhor momento para apostar no e-commerce, ter em atenção aos stocks, aos portes, a um website intuitivo, com pagamentos online e, em caso de insatisfação, por qualquer motivo, uma prolongação do período de troca ou devolução.
De acordo com a Deloitte (2020), as redes sociais e os influencers têm vindo a ter um grande peso quando se inicia o processo de compra. Também refere que que a bricolage, bicicletas e artigos para o lar aumentou 70% no primeiro trimestre deste ano. As compras de produtos nacionais e biológicos também aumentou.
O trabalhador de Marketing deve ter a capacidade de envolver os potenciais consumidores, apostar no storyteller e personalizar as comunicações. Por exemplo, a Netflix, na altura do confinamento, apostou em outdoors que continham spoilers das suas séries, como se isso não bastasse, sugeriu aos utilizadores, através das redes sociais, a usar HBO, o seu concorrente directo, caso quisessem assistir a outro tipo de conteúdo.

A Associação Americana de Agências de publicidade (2020) fez um estudo sobre o consumidor pós covid-19, e descobriu que 43% acham reconfortante ouvir as marcas e que, 56% estão atentos às marcas que consciencializam para a situação e ajudam a comunidade.
Para terminar, 76% dos consumidores adoraram diferentes práticas e atitudes, e dessa amostra, 89% planeiam manter alguns desses comportamentos, para finalizar, concluíram ainda que 36% dos indivíduos que experimentou novos produtos ou serviços, tornou-se um BrandLover (Reach3 Insights, 2020). Dá que pensar, não dá?

BitBrain (2019) All you need to know about neuromarketing [consultado a 28 de julho de 2020]
Persado (2020), Episode 9 of Choice Words

Dia Mundial do Cérebro

Dia Mundial do Cérebro 2160 2160 Estagio ESEV

22 de julho: Dia de celebrar o Cérebro

Em 2014, a World Federation of Neurology (WFN), instituiu o Dia Mundial do Cérebro, a 22 de julho, com o objetivo de chamar a atenção para o papel do Cérebro na nossa vida e na descoberta do mundo.
Desde então, e a cada ano que passa, um tema novo serve a mensagem com que se pretende alertar as consciências para as grandes questões do Cérebro e para a importância da sua discussão na qualidade da vida humana.

Segundo o médico Tiago Fleming Outeiro “Com cerca de 1,4 Kg, cerca de 86 mil milhões de neurónios, e cerca de 100 mil biliões de sinapses (junções através das quais os neurónios comunicam entre si), e cérebro é um ‘caso sério’ também para a matemática. O cérebro humano passa por diversas fases de desenvolvimento até que, no estado adulto, é capaz de fazer um número enorme de computações que nos permitem ver, cheirar, ouvir, pensar, caminhar, dormir, rir, sentir, amar, e um outro número elevadíssimo de funções essenciais à vida.”

É importante promover o conhecimento sobre o cérebro, através de iniciativas distintas que envolvam e apelem a atenção para a importância de cuidarmos do cérebro, de percebermos os sinais que nos dá, e de potenciarmos a sua saúde e, com ela, a nossa vida.

Em 2020, o Dia Mundial do Cérebro juntou a Federação Mundial de Neurologia e à Sociedade Internacional de Parkinson e Transtorno do Movimento, criando uma plataforma de partilha de informações vitais sobre o início, tratamento e prevalência da Doença de Parkinson.

A Doença de Parkinson é uma doença cerebral neurodegenerativa que afeta mais de 7 milhões de pessoas de todas as idades em todo o mundo. A Parkinson pode afetar o movimento e quase todos os aspectos da função cerebral, e as pessoas com doença de Parkinson podem ser particularmente afetadas pela atual pandemia de COVID-19.

Descubra mais acerca da iniciativa mundial em https://wfneurology.org/ 

Descubra o catálogo editorial PsicoSoma onde vários livros abordam as questões relacionadas com aprendizagem, envelhecimento e outros aspectos fundamentais em torno do cérebro. 

LIVRARIA ONLINE

PsicoSoma na bolsa de Entidades Formadoras Externas

PsicoSoma na bolsa de Entidades Formadoras Externas 800 800 Julien Diogo

A PsicoSoma faz parte da bolsa de Entidades Formadoras Externas do IEFP – Bolsa de EFE.

“No âmbito do processo de seleção de Entidades Formadoras Externas, para efeitos de integração na bolsa de Entidades Formadoras Externas no âmbito da Medida supra identificada, notifica-se, pelo presente, da admissão na bolsa de Entidades Formadoras Externas da PsicoSoma, nas áreas de formação e concelhos identificados no documento em anexo”, refere em notificação Glória Liberal Ferreira, Diretora de Serviços da Direção de Serviços de Emprego e Formação Profissional.

Quadro de Análise e Pontuação da PsicoSoma na Bolsa de EFE

Uma parceria com a Delegação Regional do Centro do IEFP, IP.

Atividade Estimulacao

Emoções sociais, o que são afinal?

Emoções sociais, o que são afinal? 800 800 Julien Diogo

A natureza social é uma das principais características da espécie humana, assumindo-se mesmo como um aspeto fulcral na sobrevivência e na reprodução do ser humano. À semelhança do que sucede com vários animais que manifestam, em menor ou maior grau, comportamentos sociais, o cérebro humano reinventou-se e desenvolveu mecanismos dedicados à socialização e respetivas componentes que é comprovada pela existência do neocórtex (a camada do cérebro mais recente de uma perspetiva evolutiva), uma extensa camada cortical que surgiu como resposta às exigências da vida em grupo e sociedade que o Homem enfrentou ao longo da sua história.

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FONTE: AFH BIO

Em oposição às emoções básicas que requerem a consciência do próprio estado somático e da forma como as emoções se manifestam no corpo, as emoções sociais, por sua vez, requerem atividade cognitiva através da representação de estados mentais de outras pessoas (Bernett et al., 2009). É por este motivo que as emoções sociais acabam por estar intimamente associadas ao conceito de cognição social, mais concretamente de empatia através da capacidade de um indivíduo imaginar e reproduzir mentalmente os estados emocionais de terceiros (Wainryb et al., 1998). Zahn-Waxler & Robinson, (1995) e Spitek et al., (1990) destacam que apenas aos 7 anos de idade, o desenvolvimento do cerebral e mental do indivíduo possibilita a descrição de situações em que as emoções sociais podem ser experienciadas.

Damásio (2010) define as emoções sociais como estados mais discriminativos e complexos, sendo um conjunto de sentimentos mais subjetivos, incluindo emoções como a pena, a vergonha, o embaraço, a culpa, o orgulho, a inveja, a gratidão, a admiração, a indignação e o desprezo. Surgem do resultado de um relacionamento entre um comportamento e um significado emocional, que pode ser apropriado num determinado contexto, mas ilógico noutro.” 

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Damásio (2010) afirma que existem quatro grandes grupos de emoções sociais:

1. Indignação moral: o outro indivíduo violou normas de conduta em que a consequência é a punição e o reforçar de regras e convenções sociais. A base fisiológica para esta emoção são o nojo e a raiva;

2. Embaraço, vergonha, culpa: dá-se o reconhecimento de uma violação do comportamento executado pelo próprio indivíduo, e o resultado é o evitar de uma punição por parte dos outros, incluindo o isolamento ou o ridículo. Estas emoções visam restaurar o equilíbrio do self e o reparar do equilíbrio em relação ao grupo, bem como reforçar as regras e convenções sociais. A base fisiológica são o medo ou a tristeza;

3. Simpatia, compaixão: há um reconhecimento automático do sofrimento do outro indivíduo e a consequência é o conforto e o restauro do equilíbrio do outro indivíduo, sendo a tristeza a sua raiz;

4. Espanto (no sentido da maravilha): está relacionado com o reconhecer de que alguém teve uma contribuição notável para a cooperação, conduzindo a um reforço da tendência para o altruísmo e para a rejeição do egoísmo, sendo que a base desta emoção encontra-se na alegria.

©PsicoSoma

Pode ainda encontrar mais no mais recente livro – PORTES GRÁTIS
“Princípios de Neuromarketing: Neurociência Cognitiva Aplicada ao Consumo, Espaços e Design” (Rodrigues et al., 2015) em http://loja.psicosoma.pt/produtos/1367/princpios-de-neuromarketing-neurocincia-cognitiva-aplicada-ao-consumo-espaos-e-design

Captura de ecrã 2015-11-3, às 17.11.42

Referências bibliográficas ©ICN Agency 2016

  1. Bernett, S., Bird, G., Moll, J., Frith, C. & Blakemore, S. J. (2009). Development during Adolescence of the Neural Processing of Social Emotion. Journal of Cognitive Neuroscience, 21, 9;
  2. Damásio, A. (2010). O Livro da Consciência: A Construção do Cérebro Consciente. Círculo de Leitores;
  3. Wainryb, C., Shaw, L. A., & Maianu, C. (1998). Tolerance and intolerance: Children’s and adolescents’ judgments of dissenting beliefs, speech, persons, and conduct. Child Development, 69(6), 1541−1555;
  4. Zahn-Waxler, C. & Robinson, J. (1995). Empathy and guilt: early origins of feelings of responsibility. In Self-Conscious Emotions. Tangney, J. P. & Fischer, K. W. New York, Guilford;
Covid19

Cuidados a ter – Covid 19 (Novo Coronavírus)

Cuidados a ter – Covid 19 (Novo Coronavírus) 800 800 Julien Diogo

Seguindo as indicações da Direção-Geral da Saúde (DGS), visando o bem-estar de todos os envolvidos nas experiências formativas PsicoSoma, bem como do seus colaboradores, a PsicoSoma lembra algumas indicações avançadas pela DGS.

O COVID-19 foi identificado pela primeira vez em humanos em dezembro de 2019, na cidade de Wuhan, na provincia de Hubei, na China. A transmissão pode ser feita de pessoa-a-pessoa e o tempo de incubação do vírus pode durar até 14 dias. Os sintomas são semelhantes a uma gripe ou podem evoluir para uma doença mais grave, como pneumonia.

Sintomas

O período de incubação do COVID-19 é de 2 a 14 dias. Se uma pessoa permanecer saudável 14 dias após contactar com alguém confirmadamente infetado por COVID-19, é pouco provável que tenha sido contagiada. De forma geral, estas infeções podem causar sintomas mais graves em pessoas com sistemas imunitários mais fragilizados, pessoas mais velhas, e pessoas com doenças crónicas como diabetes, cancro e doenças respiratórias.

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Transmissão

A transmissão do COVID-19 acontece quando existe contacto próximo (num raio de 2 metros) com uma pessoa infetada. O risco de transmissão aumenta quando maior for o período de contacto com uma pessoa infetada.

As gotículas produzidas quando uma pessoa infetada tosse ou espirra (secreções respiratórias que contêm o vírus) são a via de transmissão mais importante. Existem duas formas através das quais uma pessoa pode ficar infetada: As secreções podem ser diretamente expelidas para a boca ou nariz das pessoas em redor (num raio de 2 metros) ou podem ser inaladas para os pulmões; Ao tocar em superfícies ou objetos que possam ter sido contaminados com secreções respiratórias e depois tocar na sua própria boca, nariz ou olhos.

Cuidados a ter

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Quando estiver nas instalações PsicoSoma em contexto de formação, siga as presentes indicações

Existem princípios gerais que qualquer pessoa pode seguir para prevenir a transmissão do COVID-19:

  • Lavar as mãos com frequência – com sabão e água, ou esfregar as mãos com gel alcoólico se não for possível lavar as mãos.
  • Tossir e espirrar para a prega do cotovelo, ou para um lenço de papel que deverá ser deitado fora. Não se deve tossir nem espirrar para o ar ou para as mãos.
  • Os participantes e colaboradores que sintam tosse, febre ou dificuldade respiratória devem permanecer em casa e não se deslocar para o seu local de trabalho ou centro de formação.
  • Os participantes, colaboradores e visitantes devem lavar as mãos:
    • Antes de sair de casa
    • Ao chegar à PsicoSoma
    • Após usar a casa de banho
    • Antes de sair da PsicoSoma
    • Utilizar um gel alcoólico que contenha pelo menos 70% de álcool se não for possível lavar as mãos com água e sabão.
    • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca sem ter lavado as mãos.
    • Evitar contacto próximo com pessoas com tosse, febre ou dificuldade respiratória.
    • Limpar e desinfetar frequentemente objetos e superfícies de utilização comum.

Linha de Apoio SNS 24

Se tiver sintomas ou dúvidas deve contactar a Linha SNS24: 808 24 24 24.

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Saiba mais em / Perguntas Frequentes

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FerramentasEmpreendedores

5 Ferramentas Digitais para o Empreendedor

5 Ferramentas Digitais para o Empreendedor 800 800 Julien Diogo

As competências do Empreendedor do Futuro passam por aspectos como Marketing, Escuta Ativa, Liderança, Foco e Determinação, Aquisição de talentos, Lifelong Learning, Resolução de problemas ou ainda a Aceitação – riscos e fracassos.

O ecossistema que o Empreendedor enfrenta atualmente é dinâmico e repleto de desafio, nomeadamente a capacidade de gerir o tempo.

Desta forma, e aproveitando dado lançados pelo estudo do Marketing Tecnholoy Landscape, de 2018, o número de respostas tecnológicas focadas no marketing cresceu cerca de 87%. O que proporcionou a evolução exponencial do marketing digital.

Deste modo, os empreendedores e o mercado tem de se adaptar e responder as necessidades deste crescimento e identificar e implementar ferramentas que ajudem nos seus objetivos de negócio.

  1. Pocket (Aplicação)

A aplicação Pocket é uma ferramenta que ajuda a guardar e organizar conteúdo para se ler posteriormente. Funciona de forma muito simples, basta instalar uma extensão no seu navegador, selecionar no botão para guardar e o link será automaticamente salvo.

Depois, poderá abrir o Pocket, para poder ler tudo o que foi salvo.  Ótimo para trabalhos de grupo, podemos enviar artigos ou os links para os envolvidos.

Dá para aceder via móvel, ou via website www.getpocket.com.

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  1. Trello (Aplicação)

Trello é uma aplicação que opera como um modelo Freemium, ou seja, é gratuito com a opção de assinatura para obter acesso a recursos avançados.

É uma ferramenta muito simples de usar, sendo bastante versátil e eficaz. Permite a gestão das atividades através de uma lista de tarefas, desde gerir as campanhas de marketing, como processos de comunicação interna, novos funcionários, atendimento ao cliente, etc.

O Trello utiliza o paradigma Kanban para gerir projetos. Os projetos são representados por quadros (boards), que contêm listas de tarefas. As tarefas são representadas por cartões que são criados dentro dos quadros. Cartões podem ser movidos de uma lista para outra para representar o progresso da tarefa sendo que os utilizadores podem ser inscritos nos cartões.

Pode aceder à plataforma em https://trello.com 

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  1. Todoist (Aplicação)

O Todoist é uma aplicação completa, que apresenta um visual simples e intuitivo, que ajuda a controlar as tarefas do quotidiano. Ao adicionar uma tarefa, podemos escrever “hoje, amanhã, domingo”, entre outros, e a aplicação vai entender que é uma data.

É possível criar hashtags para criar categorias, ou arrobas para criar uma etiqueta ou locais.

Há uma adição interessante ao Todoist chamada de “karma”: em que quanto mais tarefas completarmos e atingirmos a meta, mais karmas ganha. Se chegar ao nível Profissional ou Expert, pode ganhar até cupões premium da app.

Veja mais em https://todoist.com/

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  1. Primer (Plataforma de EAD)

Criado pelo Google, o Primer é uma aplicação gratuito com formações em negócios e marketing digital express.

A versão 3.0 da aplicação traz 127 aulas em português (60 a mais que em 2016) distribuídas em quatro grandes temas: Negócios, Métricas, Marketing e Conteúdo. O material pode ser consultado offline, sem necessidade de gastar o plano de dados, e foi pensado para ser estudado de forma prática e rápida (as aulas têm, em média, cinco minutos de duração).

O Primer pode ser acedido por Android e por iOS.

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  1. Slack (Comunicação)

O Slack é uma aplicação para trocar mensagens em grupo, via canais exclusivos em forma de sala de chat. Apresenta inúmeras ferramentas: é possível criar grupos públicos e privados; enviar arquivos de serviços como Google Drive e Dropbox; e realizar integrações com serviços como Twitter e Asana para agrupar notificações, por exemplo.

O Slack possui três planos: o gratuito, o Standard (6,67 dólares por utilizador/mês) e o Plus (12,50 dólares por utilizador/mês).

Existem ainda a versão para desktop, AndroidiOS e Windows Phone.

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Coffee Facebook Post

1ª Edição da formação PIEC em Viseu

1ª Edição da formação PIEC em Viseu 940 788 Julien Diogo

No passado dia 29 de fevereiro, teve lugar na PsicoSoma Viseu, a 1ª edição da formação de especialização PIEC, com a autora do programa, Susana Duarte.

A formação contou com 13 participantes, profissionais de áreas, como Gerontologia, Educação Social, Psicologia ou ainda Animação Sociocultural, numa manhã pautada pela participação e partilha de experiências.

Para a autora, Susana Duarte “Cada vez mais os profissionais têm de ser versáteis, eficazes, eficientes e ter a capacidade de dar resposta às necessidades e especificidades da população com a qual intervêm. O grupo de hoje é um exemplo dessa vontade”.

Nesta experiência exploram-se conceitos e práticas, bem como as ferramentas que o PIEC – Protocolo Individual de Estimulação Cognitiva oferece.

A próxima edição está agendada para a cidade de Castelo Branco, a 21 de Março. Veja mais aqui.

MicroLearning

Microlearning, o que é?

Microlearning, o que é? 800 800 Julien Diogo

A constante evolução tecnológica continua a trazer mudanças significativas na área da educação e formação, lançando sempre novos desafios aos participantes e produtores de conteúdos, que precisam acompanhar as tendências de forma a tornar a formação/ aprendizagem numa experiência dinâmica, criativa, simples e enriquecedora.

Uma das tendências emergentes de comportamento e de educação/formação para próxima década, assenta no micro learning.

O que é?

A tendência do microlearning consiste em transmitir pequenas doses de conhecimento que incluem pequenos vídeos (5-10 minutos), artigos de rápida leitura, reflexões ou ainda estudos de caso. Este método de ensino utiliza uma linguagem simples e de fácil compreensão.

O que motiva esta prática

A forma como interagimos com os conteúdos está a mudar rapidamente, bem como a forma como procuramos esses mesmos conteúdos, e a aplicação que lhe damos. A relação Conteúdo – Formando – Inteligência é hoje pautada por vários elementos impulsionadores, como:

  • Atenção / Concentração capaz vez menor
  • Tempo disponível para a aprendizagem
  • Projeção da usabilidade dos conteúdos na prática diária do aluno/formando
  • Reciprocidade WIN-WIN do conteúdo trabalhado
  • Tangibilidade da aprendizagem pela via do DIY

Vantagens

Apresentamos três das vantagens do microlearning:

  • Fragmentação de conteúdos, com menor esforço cognitivo na sua perceção e assimilação;
  • A economia de tempo dos envolvidos na produção,
  • Fácil envolvimento, combatendo assim a conhecida “Curva do Esquecimento”, aumentando níveis de atenção e concentração.

Uma das vantagens para o aluno é que este é um método rápido, acessível e personalizado, respondendo às alterações no que diz respeito à capacidade atencional nos processos de aprendizagem. Permite ainda a redução da quantidade de informação disponível para o aluno, reduzindo o Efeito Fadiga – Decision Fatigue – (Baumeister, 2003).

Como operacionalizar?

Existe vários métodos e técnicas para operacionalizar processos de microlearning, deixamos alguns exemplos que iremos explorar em futuras artigos:

  • Pergunta de Partida
  • Estações de Aprendizagem
  • Flash Cards
  • Mapa Mentais
  • Design Thinking
  • Lego Serious Play

Ferramentas de apoio para o contexto de aprendizagem  

  • InstaNerd – o InstaNerd é um site em que pode encontrar factos divertidos e instruções de uma forma simples. Veja em http://instanerd.me/
  • Ted Ed – O TED-Ed é a iniciativa TED. Surge como uma biblioteca de vídeos animados originais. É ainda um espaço onde cada professor pode criar as suas próprias lições interativas.

Considerações finais 

Para Damásio (2010) as escolhas individuais são influenciadas por fatores tão diversos como a necessidade biológica, as emoções e experiências passadas, a familiaridade com algo ou com uma situação e ainda com factos que dizem respeito a uma situação. É assim fundamental pautar as nossas intervenções nesses mesmos elementos capazes de criar sentimento de pertença junto do aluno ou formando.

Neste tipo de abordagem, existe uma elevada responsabilidade da qualidade dos conteúdos devolvidos, sendo necessário uma forte capacidade de síntese e moderação dos conteúdos, práticas e insights.

As nossas preocupações, PsicoSoma, no processo de microlearning são de facto a Cientificade, Simplicidade da Interação e Efetivação da Aprendizagem.

Descubra as nossas formações em Catálogo de Formação PsicoSoma

Julien Diogo – PsicoSoma, 2020.

 

Livraria Celas

PsicoSoma reforça presença em Coimbra

PsicoSoma reforça presença em Coimbra 800 800 Julien Diogo

A PsicoSoma a partir de agora vai possuir um novo local de venda em Coimbra, na Livraria Celas localizada na Avenida Calouste Gulbenkian, em Coimbra.

Os interessados poderão visitar a Livraria, de segunda a sábado, entre as 09h e as 19h, ou via email  livrariacelas@hotmail.com

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A PsicoSoma apresenta-se como editora técnica, aberta desde 2005, sediada em Viseu, contando no seu catálogo com mais de 60 títulos.

A nossa aposta editorial recai sobre obras de cariz técnico, prático e exploratório para um público final como professores, educadores, clínicos, técnicos de marketing, gestão, educadores sociais, gerontólogos, entre muitos outros.

Ao longo dos anos a editora explorou temas como a Educação, Educação Especial, Psicologia, Gerontologia, Marketing, Gestão, Neurociência Cognitiva Aplicada, Sociologia, Saúde, entre outras.

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Lançamento Marketing Digital e Ecommerce #3

Lançamento Marketing Digital e Ecommerce #3 631 893 Julien Diogo

O Marketing Digital & E-Commerce #3, com coordenação de Jorge Remondes, está quase a chegar.

Os interessados podem desde já encomendar o livro, que tem lançamento agendado para dia 21 de fevereiro, na 3ª edição da Conferência Marketing Digital Centro e Norte de Portugal.

O terceiro e último volume da obra Marketing Digital & E-Commerce fecha um ciclo de edições iniciado em 2016 com o lançamento do primeiro volume e que teve continuidade em 2018 com a edição do segundo volume, dando razão ao provérbio português “não há uma sem duas, nem duas sem três”.

Neste contexto, foi escolhida para o terceiro volume a abordagem à analítica e às métricas digitais, variáveis sem as quais um processo de marketing digital e eCommerce fica incompleto.

À semelhança das edições anteriores, os autores convidados para o terceiro volume foram mais uma vez profissionais ligados ao mundo empresarial, ao ensino superior e à investigação científica.

Site oficial: http://mkt-digital-ecommerce.pt

Página oficial do facebook: https://www.facebook.com/mktdigitalecommerce/

Instagram: https://www.instagram.com/mktdigitalecommerce/

Twitter: https://twitter.com/Mkt_ecommerce

Pré Lançamento Marketing Digital & E-Commerce #3

Pré Lançamento Marketing Digital & E-Commerce #3 150 150 Julien Diogo

O Marketing Digital & E-Commerce #3, com coordenação de Jorge Remondes, está em fase de pré-lançamento. 

Os interessados podem desde já encomendar o livro, que tem lançamento agendado para dia 21 de fevereiro, na 3ª edição da Conferência Marketing Digital Centro e Norte de Portugal.

O terceiro e último volume da obra Marketing Digital & E-Commerce fecha um ciclo de edições iniciado em 2016 com o lançamento do primeiro volume e que teve continuidade em 2018 com a edição do segundo volume, dando razão ao provérbio português “não há uma sem duas, nem duas sem três”.

Neste contexto, foi escolhida para o terceiro volume a abordagem à analítica e às métricas digitais, variáveis sem as quais um processo de marketing digital e eCommerce fica incompleto.

À semelhança das edições anteriores, os autores convidados para o terceiro volume foram mais uma vez profissionais ligados ao mundo empresarial, ao ensino superior e à investigação científica.

Este livro também está organizado em capítulos com uma estrutura uniformizada para facilitar a leitura. 

#1 POR UMA CULTURA DE AVALIAÇÃO DA PERFORMANCE DIGITAL E BUSINESS INTELLIGENCE
David Monteiro e Sandra Firmino

#2 WEB ANALYTICS – Google & Youtube Analytics
Jorge Cunha

#3 MÉTRICAS E WEB ANALYTICS PARA REDES SOCIAIS – Facebook & Instagram Analytics
Márcio Miranda

#4 LINKEDIN ANALYTICS
Karla Martins e Rodrigo Passarelli

#5 COGNITIVE NEUROSCIENCE ANALYTICS
Julien Diogo

#6 ANÁLISE DE REDES DIGITAIS: Introdução ao Gephi
Inês Amaral

#7 ANÁLISE DE CONTEÚDOS DIGITAIS – Avaliação de comentários
Diamantino Ribeiro 

O perfil dos autores convidados permitiu concluir este volume que é publicado em 2020 com um enfoque não apenas na analítica quantitativa mas também qualitativa, algo que estava em falta para os leitores de bibliografia sobre marketing digital, social media, ecommerce, web analytics e métricas digitais.

Site oficial: http://mkt-digital-ecommerce.pt

Página oficial do facebook: https://www.facebook.com/mktdigitalecommerce/

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