Sinopse

Neste estudo temos como principal objetivo conhecer as atitudes dos pais e dos profissionais face à sexualidade de uma pessoa com deficiência mental profunda Verificamos que os pais apresentam, na sua maioria, “atitudes conservadoras” face à sexualidade da pessoa portadora de deficiência mental, negando, frequentemente, a realidade sexual dos seus filhos, visto que para eles estes serão as suas “eternas crianças”. Relativamente às atitudes dos profissionais, encontrámos “atitudes conservadoras” e “atitudes liberais”, não existindo “atitudes muito conservadoras” nem “atitudes muito liberais”.

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Susana Ramos

Susana Ramos, licenciada em Psicologia (ramo de Psicologia Clínica) e mestre em Psicologia (área de especialização de Psicologia Clínica do Desenvolvimento) pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação - UC e doutorada em Ciências do Desporto e Educação Física (especialidade de Ciências da Educação Física) pela UC. Professora de Nomeação Definitiva na Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física da Universidade de Coimbra.
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