Sinopse

Com base na possibilidade do consumo da cafeína ter efeitos protectores contra a neurodegeneração na Doença de Alzheimer (DA), testámos a hipótese na qual o consumo médio diário no período de 20 anos que precedeu o diagnóstico da DA, era mais baixo que a média diária do consumo de cafeína para os correspondentes 20 anos de vida em controlos saudáveis e orientados cognitivamente, emparelhados por sexo e idade. Este livro apresenta ainda um Estudo de casos-controlo. Casos, 54 pacientes consecutivos com provável DA, seleccionados com base nos critérios NINCDS-ADRA. Controlos, 54 acompanhantes -informadores, pessoas que acompanharam os pacientes de DA às consultas externas em ambulatório. Os casos e controlos foram emparelhados por sexo e idade (+/- 3 anos).

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Luís Alberto Coelho Rebelo Maia

Docente da Universidade da Beira Interior, no Departamento de Psicologia. Neuropsicólogo Clínico adstricto ao Serviço de Neurologia do Centro Hospitalar da Cova da Beira. Doutorado em Psicologia, área da Neuropsicología Clínica, pela Universidade de Salamanca. Mestre em Neurociências pela Faculdade de Medicina de Lisboa. Licenciatura em Psicologia Clínica e da Saúde na Universidade do Minho.
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