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VII Encontro Nacional de Formadores em Viseu

VII Encontro Nacional de Formadores em Viseu 1920 1440 Julien Diogo

O VII Encontro Nacional de Formadores aconteceu em Viseu, no dia 18 de Novembro (Dia Nacional do Formador), e contou com mais de 450 mentes envolvidas, numa Aula Magna do IPV repleta de boa disposição e partilhas.

“Este dia provou que professores e formadores estão preocupados com o que mais importa: alunos e formandos”, diz Julien Diogo um dos sócios da PsicoSoma.

O evento foi uma parceria Forma-te, IPV e PsicoSoma, e contou com inúmeros parceiros para um dia de sucesso e partilhas de elevado valor.

O Mário Martins, da Forma-te, foi o grande mentor deste projeto, e em desafiou quis em 2018 perceber se Viseu era a cidade ideal para receber o evento, a PsicoSoma demonstrou logo o seu apoio para tal, e o sucesso do dia de ontem provou que Viseu mereceu o evento, e vice-versa.

O evento contou com a presença de vários profissionais de referência, como João Leite, que acabou por dar o pontapé de saída ao evento, com a sua intervenção  “Isto assim…, acaba MAL ! ”

​O primeiro painel da manhã foi dedicado ao tema “Como Aprende o Cérebro?”, com a presença de Joana Martins | Escola Superior de Educação de Viseu, Joana Rato | Universidade Católica Portuguesa e ainda Filipa Ribeiro | Universidade Católica Portuguesa.

​O segundo painel focou a preocupação de todos, “Como potenciar as Aprendizagens?”, com a dinamizadora: Dina Soeiro | Escola Superior de Educação de Coimbra, e as intervenções de Ana Cláudia Cohen | Agrupamento de Escolas de Alcanena e Fernando Rodrigues | ESPRODOURO e PSICOSOMA.

​A tarde foi dinamizada por Julien Diogo da PsicoSoma, e dedicada às Práticas de intervenção geradoras de aprendizagem, com a Mónica Lemos |”O Cérebro vai à Escola”, a Teresa Carvalho | ATEC – Academia de Formação, Jorge Sottomaior Braga | EPRAMI, Nuno Mateiro |Facilitador/Formador, Marlene Ferreira | Formadora IEFP  Viseu, Paulo Valente | Grupo Visabeira, Fátima Flores |Psicóloga, Micael Sousa | Formador Serious Games e Daniel Lança Perdigão | UpSideUp.

O dia foi fechado com a atribuição do Prémio Formador do Ano ao Micael Sousa, do Prémio Carreira a Anacleto Castro,  e ainda uma reflexão sobre a importância da comunicação e da expressão pelo Jorge SERAFIM | Storyteller e Humorista, que deixou tudo e com todos com as emoções bem vivas e sentidas.

O balanço foi muito positivo para todos, com vários participantes a deixar claro que em 2020 estaremos todos em Coimbra!

Venham mais eventos, que provam que “A Fatalidade do Interior” é apenas uma afirmação de quem não conhece a fibra beirã”!

🌐 https://www.forma-te.com/enf2019/

#psicosoma #formate #enf2019

Trancoso

EPTrancoso e PsicoSoma em parceria

EPTrancoso e PsicoSoma em parceria 800 800 Julien Diogo

A PsicoSoma formou parceria com a Escola Profissional de Trancoso no âmbito da Formação Pedagógica Inicial de Formadores B-Learning.

Com esta parceria a PsicoSoma avança com a possibilidade de desenvolver ações de Formação Pedagógica Inicial de Formadores B-Learning, formações essas que permitem o acesso ao CCP.

“Queremos estar perto das várias localidades que nem sempre são lembradas pelas empresas, assim, reforçamos a nossa presença numa região que apresenta potencial e desejo de mais”, afirma Julien Diogo, um dos sócios da PsicoSoma.

Está agendada a primeira Formação Pedagógica Inicial de Formadores B-Learning para os meados de julho deste ano, sendo que a mesma irá acontecer em horário pós-laboral nas instalações da Escola Profissional de Trancoso.

Levantamento Necessidade 16.11.09

Levantamento de Necessidades Formativas

Levantamento de Necessidades Formativas 1587 2245 Julien Diogo

A PsicoSoma está a realizar o levantamento de necessidades de formação com o objetivo de desenvolver uma oferta formativa que dê resposta às necessidades específicas dos profissionais e organizações dos diferentes setores. Os dados recolhidos destinam-se a tratamento estatístico e são para uso exclusivo da PsicoSoma.

O levantamento de necessidades de formação constitui uma etapa fundamental da adequação da oferta formativa às suas necessidades. Nesse sentido, a sua colaboração no preenchimento do questionário que se segue é de grande importância para o nosso trabalho. Ajude-nos a formar o melhor possível!

Iremos assim desenhar o Catálogo Formativo para 2019 com foco nas necessidades, expectativas e objetivos.

O questionário não levará mais do que 5 minutos a ser preenchido. 

Podem aceder e preencher o Levantamento no link abaixo
Questionário de Levantamento de Necessidades Formativas

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Brinquedos electrónicos para lactentes que produzem luzes, palavras e músicas foram associadas a uma diminuição da quantidade e qualidade de língua em comparação com os livros ou brinquedos tradicionais, como um quebra-cabeça de madeira, uma forma-Separador e um conjunto de blocos de borracha, de acordo com um artigo publicado Online pela jama pediatria.

Brinquedos electrónicos para lactentes que produzem luzes, palavras e músicas foram associadas a uma diminuição da quantidade e qualidade de língua em comparação com os livros ou brinquedos tradicionais, como um quebra-cabeça de madeira, uma forma-Separador e um conjunto de blocos de borracha, de acordo com um artigo publicado Online pela jama pediatria. 750 500 Julien Diogo

Brinquedos electrónicos para lactentes que produzem luzes, palavras e músicas foram associadas com diminuição da quantidade e qualidade de língua em comparação com os livros ou brinquedos tradicionais, como um quebra-cabeça de madeira, uma forma-Separador e um conjunto de blocos de borracha, de acordo com um artigo publicado Online pela jama pediatria.

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Lançamento do “Manual de Dança Criativa”

Lançamento do “Manual de Dança Criativa” 686 960 Julien Diogo

No dia 27.04.2018, na Escola Superior de Educação de Coimbra (ESEC) no âmbito do III Encontro de Investigação e Práticas em Educação, foi lançado o “Manual de Dança Criativa: uma abordagem interdisciplinar no 1º Ciclo do Ensino Básico”.

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Banca de livros no XIII Congresso de Neurociência e Educação Especial PsicoSoma

Banca de livros no XIII Congresso de Neurociência e Educação Especial PsicoSoma 678 960 Julien Diogo

No dia 26.05.2018, a PsicoSoma esteve presente com uma banca de livros no XIII Congresso de Neurociência Especial PsicoSoma que se realizou na Escola Superior de Educação de Viseu. ler mais

Students Studying Human Brain in Science Class

Plasticidade cerebral: um conceito que pais, alunos e professores deveriam conhecer

Plasticidade cerebral: um conceito que pais, alunos e professores deveriam conhecer 204 136 Julien Diogo

A compreensão de que o cérebro é capaz de remodelar as suas próprias estruturas e funções a partir de estímulos externos enterrou o deterministo biológico no funcionamento da mente. Já está na hora de aplicar este conhecimento na educação.

O século 20, com as suas incríveis descobertas científicas, virou o mundo do avesso. Munido de tecnologia, em menos de cem anos o homem inventou a penicilina, o chip, foi à Lua, voltou, conseguiu codificar o genoma humano, clonou uma ovelha e interligou o mundo por meio de uma imensa rede virtual– só para citar alguns feitos. Também aprendeu coisas que nem imaginava sobre si mesmo.

Uma das mais impressionantes diz respeito ao cérebro, a máquina hipercomplexa que possibilitou todas as façanhas descritas acima (e muitas outras). Com a ajuda de aparelhos de neuroimagem e eletromodulação, neurologistas puderam, enfim, observar o órgão em funcionamento. E descobriram que ele mais é plástico, maleável e capaz de remodelar suas próprias estruturas e funções de acordo com estímulos externos e com as necessidades do que se suspeitava.

Isso aconteceu nos anos 90. Até então, predominava a convicção de que, após os primeiros anos de vida, o cérebro adquiria uma estrutura rígida, inalterável. Também era tido como certo que os neurónios, uma vez danificados, não se podiam regenerar.

Agora questionamos: e o que a educação tem a ver com isso? MUITO

Como escreveu o médico canadense Norman Doidge em o Cérebro Que Se Transforma, best-seller mundial, lançado no Brasil pela Editora Record, as consequências da descoberta da plasticidade são enormes e afetam o cotidiano de cada um de nós. “Essa nova percepção do cérebro enterra qualquer vestígio de determinismo biológico nos distúrbios da mente, nos vícios e no aprendizado”, diz Doidge em seu livro.

Ou seja: trata-se da comprovação científica de que ninguém está fadado a ser de um único jeito para o resto da vida, nem a conviver com limitações e deficiências. Podemos, todos, aprender melhor. Ensinar melhor.  E sermos amanhã melhores do que somos hoje.

Students Studying Human Brain in Science Class

Students Studying Human Brain in Science Class

Contenplamos três exemplos simples de como essa descoberta da neurociência pode influenciar de forma positiva a educação:

-Professores cientes da plasticidade cerebral compreendem que os seus alunos podem, por meio dos estímulos certos, alterar os seus cérebros para melhor, e procuram caminhos para auxiliá-los de forma mais efetiva nas suas dificuldades.

– Crianças com dificuldades de aprendizagem, se conscientes de que podem melhorar e adquirir novas habilidades, seriam menos susceptíveis a problemas de baixa auto-estima e falta de motivação,,fatores esses que afetam de forma negativa a criança;

– Ao entenderem as limitações dos filhos como algo superável, os pais procurariam caminhos alternativos para ajuda-los em vez de se conformarem com o baixo desempenho escolar,dando a eles a oportunidade de se desenvolverem de forma plena.

O problema é que a maioria dos pais, alunos e, principalmente, professores não faz ideia do que seja a plasticidade cerebral. Continuam a acreditar que o cérebro é mais ou menos fixo, como aprenderam na faculdade. Pior: grande parte dos docentes acredita nos chamados “neuromitos” – ideias oriundas de informações neurocientíficas mas sem nenhum fundamento, que não passam de especulações ou interpretações equivocadas.

Foi o que revelou uma pesquisa realizada com professores da Inglaterra, Turquia, Grécia, Holanda e China, publicada na Nature Reviews Neuroscience há pouco mais de um ano. Dos professores entrevistados, por exemplo, 90% acreditavam que os alunos aprendiam melhor quando ensinados no seu estilo de aprendizagem favorito (visual, auditivo ou cinestésico) e mais da metade dividia a convicção de que o ser humano usa apenas 10% da capacidade seu cérebro – duas afirmações desacreditadas por cientistas.

Como podemos ver, estamos na era das Neurociências, e de estas começarem a desempenhar um papel na Educação

 

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Felicidade é um bailado…

Felicidade é um bailado… 400 225 psicosoma

“Um especialista em neurociência e psicologia defendeu hoje que o conhecimento das características de cada pessoa e daquilo que a motiva contribui para aumentar a produtividade no emprego e o desempenho em grupo, melhorando a capacidade de inovação.

“Se conseguirmos, dentro de um processo de trabalho, perceber os mecanismos de motivação neuronal, que são os mesmos da recompensa, conhecermo-nos e perceber como podemos potenciar o nosso bem estar do ponto de vista emocional ou neurobiológico, vamos ter muito mais capacidade de trabalho, de integração em grupo e social, e de produzir coisas novas”, disse à agência Lusa Fernando Rodrigues, professor no Instituto Politécnico de Leiria.
O psicólogo clínico e investigador participa em vários estudos internacionais relacionados com a felicidade, nos relacionamentos amorosos, na integração social ou no trabalho, baseados no autoconhecimento como ponto de partida para identificar as motivações e as áreas de maior potencial, para melhorar os níveis realização pessoal e de bem estar.

A propósito da realização do seminário “A Neurobiologia da Felicidade Aplicada à Produtividade”, na sexta-feira, em Lisboa, Fernando Rodrigues realçou a importância de aplicar alguns princípios científicos para melhorar o desempenho através do estímulo de emoções, e aumentar os níveis de felicidade e a motivação.

Sendo a felicidade uma combinação de substâncias que existem endogenamente no organismo, a neurobiologia pode dar uma ajuda no objetivo comum a todos: ser feliz.

“Quando estamos deprimidos, temos menos níveis de serotonina, quando estamos mais ansiosos e mais eufóricos ou em delírio eufórico, por exemplo, sob o efeito do consumo de drogas, há excesso de serotonina e dopamina, de facto [a felicidade] tem tudo a ver com a neurobiologia”, defendeu o investigador.

“Não podemos estar felizes, se não tivermos mecanismos neurobiológicos para poder estar e, por vezes, em tom de brincadeira digo que a felicidade é um bailado de neurotransmissores” em que é importante ter “a quantidade óptima”, acrescentou.

E transmitiu um conselho. “Podemos fazer todos os dias, cinco minutos, 10 minutos, uma hora” de auto reflexão, de reflexão crítica interna e de crítica externa. “É fundamental na vida e não temos de ser críticos para falar mal, temos de ser críticos para fazer bem”, insistiu.

O objetivo último é ser feliz, mas não esquecendo que “a felicidade não é um caminho unidirecional, é um processo e cada um pode ter momentos felizes e ter uma vida feliz se a soma desses momentos for superior àquela dos momentos” menos positivos, especificou o investigador que também leciona em universidades do México e do Brasil.”

Artigo de Fernando Rodrigues – CEO PsicoSoma para a Lusa (2016)

FONTE: LUSA