PSICOSOMA

Cartaz Ageis-9MAR-01

agEIS PsicoSoma

agEIS PsicoSoma 2480 3508 psicosoma
[trx_title type=”2″ align=”center”] Age with Emotion, Innovation & Skills[/trx_title]

Falta pouco para este dia inovador

[trx_countdown date=”2019-03-09″ time=”08:30″ style=”2″ align=”center”]

Estações

  • Atividades e Técnicas
  • Envelhecimento 4.0
  • Emoções
  • Comunicação
[trx_testimonials style=”testimonials-3″ align=”center” title=”TESTEMUNHOS” cat=”0″][/trx_testimonials]
[trx_title type=”3″ style=”divider” align=”center”]TODAS AS INFORMAÇÕES[/trx_title]
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A PsicoSoma levou a cabo 10 edições do Simpósio de Gerontologia, em Viseu e Aveiro, contando com a presença de mais de 100 convidados, cerca de 1200 participantes, durante os quais o objetivo máximo sempre foi o de trazer os melhores para os melhores na área da gerontologia.

Atenta as alterações de comportamento, de aprendizagem, e motivação, a PsicoSoma avança com um novo formato do seu simpósio, deixando o nome e a metodologia do mesmo para trás.

Assim damos vida ao agEIS – Age with Emotion, Innovation & Skills – um conceito de aprendizagem diferente, baseado nas práticas de microlearning, estações de aprendizagem e gaming, visando uma adequação de modelos de aprendizagem mais efetivos, envolvente e estimulantes.

A primeira edição do agEIS PsicoSoma terá lugar em Viseu, no dia 09 de março 2019.

Este dia contará assim com quatro Co Criadores (Facilitadores da Aprendizagem), teremos quatro estações de aprendizagem (salas), cada uma com um tema dedicado.

Os temas escolhidos para esse primeiro formato são: Emoções; Comunicação; Atividades e Técnicas e ainda Novas Abordagens para um Envelhecimento 4.0.

Os participantes estão em cada estação de aprendizagem durante 2 horas, sendo que o co criador ir seguir a lógica Pomodoro. Assim durante 20-25m de exposição de uma ideia/conceito, 35m de aplicação/prática da ideia. E outro ciclo igual.

Os participantes serão divididos por 4 grupos, de modo a que seja mais fácil a partilha e interação com o Co Criador da Estação, findo as duas horas, passarão para outro Tema e Estação.

Procuramos com este novo formato responder às necessidades, expectativas e perfis de competências exigidos para o futuro, num ambiente de partilha, inovação e bem-estar.

#agEIS #PsicoSoma #Viseu #estacaoesaprendizagem

[/trx_accordion_item][trx_accordion_item title=”PROGRAMA”]

Programa do agEIS PsicoSoma 2019

Este dia contará assim com quatro Co Criadores (Facilitadores da Aprendizagem), e quatro estações de aprendizagem (salas), cada uma com um tema dedicado.

O dia terá início às 08h00 com a abertura de secretariado e entrega de toda a documentação de apoio a cada participante.

Cada participante será integrado num grupo que será encaminhado para uma Estação de Aprendizagem, de modo a criar grupos equilibrados em termos de participantes.


Os trabalhos nas estações terão início às 09h00, seguindo a presente lógica:

Primeira Ronda de Estações
09h00 – 11h00 – Estação
 Emoções
“Emoções nos Seniores”
09h00 – 11h00 – Estação da Comunicação
Peça a peça c(que)ria comunicação
09h00 – 11h00 – Estação Atividades e Técnicas
“Estimulação Cognitiva & Consciência do EU”
09h00 – 11h00 – Estação das Novas Abordagens para um Envelhecimento 4.0
“Eu Musical´ na Idade Sénior: Orff-Schulwerk”

11h00 – 11h30 – Pausa para Coffee Break

Segunda Ronda de Estações
11h30 – 13h30 – Estação
 Emoções
“Emoções nos Seniores”
11h30 – 13h30 – Estação da Comunicação
Peça a peça c(que)ria comunicação
11h30 – 13h30 – Estação Atividades e Técnicas
“Estimulação Cognitiva & Consciência do EU”
11h30 – 13h30 – Estação das Novas Abordagens para um Envelhecimento 4.0
“Eu Musical´ na Idade Sénior: Orff-Schulwerk”

13h30 – Pausa para almoço livre

Terceira Ronda de Estações
14h30 – 16h30 – Estação
 Emoções
“Emoções nos Seniores”
14h30 – 16h30 – Estação da Comunicação
Peça a peça c(que)ria comunicação
14h30 – 16h30 – Estação Atividades e Técnicas
“Estimulação Cognitiva & Consciência do EU”
14h30 – 16h30 – Estação das Novas Abordagens para um Envelhecimento 4.0
“Eu Musical´ na Idade Sénior: Orff-Schulwerk”

16h30 – 17h00 – Pausa para Coffee Break

Quarta Ronda de Estações
17h00 – 19h00 – Estação
 Emoções
“Emoções nos Seniores”
17h00 – 19h00 – Estação da Comunicação
Peça a peça c(que)ria comunicação
17h00 – 19h00 – Estação Atividades e Técnicas
“Estimulação Cognitiva & Consciência do EU”
17h00 – 19h00 – Estação das Novas Abordagens para um Envelhecimento 4.0
“Eu Musical´ na Idade Sénior: Orff-Schulwerk”

19h00 – Momento da Partilha (Partilha de experiências e Oferta de cocktail)


Funcionamento das Estações

Os participantes estão em cada estação de aprendizagem durante 2 horas, sendo que o co criador ir seguir a lógica Pomodoro.

Assim durante 20-25m de exposição de uma ideia/conceito, 35m de aplicação/prática da ideia. E outro ciclo igual.

Os participantes serão divididos por 4 grupos, de modo a que seja mais fácil a partilha e interação com o Co Criador da Estação, findo as duas horas, passarão para outro Tema e Estação.

As estações terão início no horário acima indicado, de modo a respeitar a correta rotação de estações e grupos.

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Realizar a Inscrição AQUI

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Valores a pagar

Até 31 de janeiro
25€ Estudantes* e Seniores**
35€ Profissionais

Após 31 de janeiro
30€ Estudantes* e Seniores**
40€ Profissionais

Especial Grupos:
Grupos de 6 Pessoas (5 pagantes e 1 oferta)
Grupos de 10 Pessoas (8 pagantes e 2 oferta)**

*Em caso de ser estudante solicitamos o envio de um comprovativo do mesmo (Cartão de Estudantes, Matrícula…). Compreende-se estudantes pessoas em fase de realização do 12ºano, curso técnico, licenciatura, mestrado, doutoramento.
** Pessoas com mais de 65 anos
***Grupos – as inscrições devem ser todas elas realizadas em simultâneo bem como o pagamento efectuado na sua totalidade.

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A inscrição permite

  • Kit de apoio para o dia (Capa, canetas, folhas…)
  • Acesso total ao longo do dia do evento
  • Acesso a conteúdos dos co criador, desde de artigos, conferências, etc…
  • Um certificado de participação.

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Condições de pagamento

Após validação da sua inscrição irá receber email de confirmação no seu endereço.

A participação neste evento ficará assegurada pelo pagamento via transferência bancária para o NIB – 0018.000312823613020.24. O pagamento poderá ser igualmente elaborado via numerário e cheque no balcão da PsicoSoma Viseu.

O comprovativo de transferência deverá ser enviado para o e-mail: viseu@psicosoma.pt

O e-mail deverá ter com assunto “Pagamento agEIS PsicoSoma”

O prazo para a formalização das inscrições no agEIS PsicoSoma” até dia 31 de janeiro. 

Após essa data consideramos que os inscritos não têm interesse em participar ou não podem marcar presença. Sendo indispensável a confirmação da PsicoSoma para a sua participação.

Após a validação da sua inscrição, e realização do pagamento da mesma, a PsicoSoma reserva-se ao direito de não devolver o valor pago, e atribuir um voucher do mesmo valor para aquisição de produtos PsicoSoma ou validar como ingresso para outro evento PsicoSoma.

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Mais informações 

Para receber mais informações contacte via:

+351 232 431 060

eventos@psicosoma.pt | viseu@psicosoma.pt

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A inscrição permite

  • Kit de apoio para o dia (Capa, canetas, folhas…)
  • Acesso total ao longo do dia do evento.
  • Acesso a conteúdos dos co criadores, desde de artigos, conferências, etc…(sempre que o co criador aceitar partilhar)
  • Um certificado de participação no aGEIS

 

Mais Informações

Para receber mais informações contacte via:

+351 232 431 060

viseu@psicosoma.pt

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Students Studying Human Brain in Science Class

Plasticidade cerebral: um conceito que pais, alunos e professores deveriam conhecer

Plasticidade cerebral: um conceito que pais, alunos e professores deveriam conhecer 204 136 Julien Diogo

A compreensão de que o cérebro é capaz de remodelar as suas próprias estruturas e funções a partir de estímulos externos enterrou o deterministo biológico no funcionamento da mente. Já está na hora de aplicar este conhecimento na educação.

O século 20, com as suas incríveis descobertas científicas, virou o mundo do avesso. Munido de tecnologia, em menos de cem anos o homem inventou a penicilina, o chip, foi à Lua, voltou, conseguiu codificar o genoma humano, clonou uma ovelha e interligou o mundo por meio de uma imensa rede virtual– só para citar alguns feitos. Também aprendeu coisas que nem imaginava sobre si mesmo.

Uma das mais impressionantes diz respeito ao cérebro, a máquina hipercomplexa que possibilitou todas as façanhas descritas acima (e muitas outras). Com a ajuda de aparelhos de neuroimagem e eletromodulação, neurologistas puderam, enfim, observar o órgão em funcionamento. E descobriram que ele mais é plástico, maleável e capaz de remodelar suas próprias estruturas e funções de acordo com estímulos externos e com as necessidades do que se suspeitava.

Isso aconteceu nos anos 90. Até então, predominava a convicção de que, após os primeiros anos de vida, o cérebro adquiria uma estrutura rígida, inalterável. Também era tido como certo que os neurónios, uma vez danificados, não se podiam regenerar.

Agora questionamos: e o que a educação tem a ver com isso? MUITO

Como escreveu o médico canadense Norman Doidge em o Cérebro Que Se Transforma, best-seller mundial, lançado no Brasil pela Editora Record, as consequências da descoberta da plasticidade são enormes e afetam o cotidiano de cada um de nós. “Essa nova percepção do cérebro enterra qualquer vestígio de determinismo biológico nos distúrbios da mente, nos vícios e no aprendizado”, diz Doidge em seu livro.

Ou seja: trata-se da comprovação científica de que ninguém está fadado a ser de um único jeito para o resto da vida, nem a conviver com limitações e deficiências. Podemos, todos, aprender melhor. Ensinar melhor.  E sermos amanhã melhores do que somos hoje.

Students Studying Human Brain in Science Class

Students Studying Human Brain in Science Class

Contenplamos três exemplos simples de como essa descoberta da neurociência pode influenciar de forma positiva a educação:

-Professores cientes da plasticidade cerebral compreendem que os seus alunos podem, por meio dos estímulos certos, alterar os seus cérebros para melhor, e procuram caminhos para auxiliá-los de forma mais efetiva nas suas dificuldades.

– Crianças com dificuldades de aprendizagem, se conscientes de que podem melhorar e adquirir novas habilidades, seriam menos susceptíveis a problemas de baixa auto-estima e falta de motivação,,fatores esses que afetam de forma negativa a criança;

– Ao entenderem as limitações dos filhos como algo superável, os pais procurariam caminhos alternativos para ajuda-los em vez de se conformarem com o baixo desempenho escolar,dando a eles a oportunidade de se desenvolverem de forma plena.

O problema é que a maioria dos pais, alunos e, principalmente, professores não faz ideia do que seja a plasticidade cerebral. Continuam a acreditar que o cérebro é mais ou menos fixo, como aprenderam na faculdade. Pior: grande parte dos docentes acredita nos chamados “neuromitos” – ideias oriundas de informações neurocientíficas mas sem nenhum fundamento, que não passam de especulações ou interpretações equivocadas.

Foi o que revelou uma pesquisa realizada com professores da Inglaterra, Turquia, Grécia, Holanda e China, publicada na Nature Reviews Neuroscience há pouco mais de um ano. Dos professores entrevistados, por exemplo, 90% acreditavam que os alunos aprendiam melhor quando ensinados no seu estilo de aprendizagem favorito (visual, auditivo ou cinestésico) e mais da metade dividia a convicção de que o ser humano usa apenas 10% da capacidade seu cérebro – duas afirmações desacreditadas por cientistas.

Como podemos ver, estamos na era das Neurociências, e de estas começarem a desempenhar um papel na Educação

 

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Felicidade é um bailado…

Felicidade é um bailado… 400 225 psicosoma

“Um especialista em neurociência e psicologia defendeu hoje que o conhecimento das características de cada pessoa e daquilo que a motiva contribui para aumentar a produtividade no emprego e o desempenho em grupo, melhorando a capacidade de inovação.

“Se conseguirmos, dentro de um processo de trabalho, perceber os mecanismos de motivação neuronal, que são os mesmos da recompensa, conhecermo-nos e perceber como podemos potenciar o nosso bem estar do ponto de vista emocional ou neurobiológico, vamos ter muito mais capacidade de trabalho, de integração em grupo e social, e de produzir coisas novas”, disse à agência Lusa Fernando Rodrigues, professor no Instituto Politécnico de Leiria.
O psicólogo clínico e investigador participa em vários estudos internacionais relacionados com a felicidade, nos relacionamentos amorosos, na integração social ou no trabalho, baseados no autoconhecimento como ponto de partida para identificar as motivações e as áreas de maior potencial, para melhorar os níveis realização pessoal e de bem estar.

A propósito da realização do seminário “A Neurobiologia da Felicidade Aplicada à Produtividade”, na sexta-feira, em Lisboa, Fernando Rodrigues realçou a importância de aplicar alguns princípios científicos para melhorar o desempenho através do estímulo de emoções, e aumentar os níveis de felicidade e a motivação.

Sendo a felicidade uma combinação de substâncias que existem endogenamente no organismo, a neurobiologia pode dar uma ajuda no objetivo comum a todos: ser feliz.

“Quando estamos deprimidos, temos menos níveis de serotonina, quando estamos mais ansiosos e mais eufóricos ou em delírio eufórico, por exemplo, sob o efeito do consumo de drogas, há excesso de serotonina e dopamina, de facto [a felicidade] tem tudo a ver com a neurobiologia”, defendeu o investigador.

“Não podemos estar felizes, se não tivermos mecanismos neurobiológicos para poder estar e, por vezes, em tom de brincadeira digo que a felicidade é um bailado de neurotransmissores” em que é importante ter “a quantidade óptima”, acrescentou.

E transmitiu um conselho. “Podemos fazer todos os dias, cinco minutos, 10 minutos, uma hora” de auto reflexão, de reflexão crítica interna e de crítica externa. “É fundamental na vida e não temos de ser críticos para falar mal, temos de ser críticos para fazer bem”, insistiu.

O objetivo último é ser feliz, mas não esquecendo que “a felicidade não é um caminho unidirecional, é um processo e cada um pode ter momentos felizes e ter uma vida feliz se a soma desses momentos for superior àquela dos momentos” menos positivos, especificou o investigador que também leciona em universidades do México e do Brasil.”

Artigo de Fernando Rodrigues – CEO PsicoSoma para a Lusa (2016)

FONTE: LUSA